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Deputados e entidades querem diálogo com o Executivo por ações de segurança alimentar nas escolas

Foto: Pedro de Oliveira/Alep

Entidades da sociedade civil organizada e parlamentares que participaram da audiência pública “Segurança Alimentar na Alimentação Escolar”, ocorrida na manhã desta quarta-feira (7), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, querem iniciar um diálogo com o Poder Executivo para que a regulamentação da Lei 16.523/2010, que prevê a contratação pelo Estado de um nutricionista para cada grupo de 3.000 estudantes, além outras ações de segurança alimentar, saiam do papel e sejam colocadas em prática. “Em nenhum momento a Assembleia ou os deputados que participam deste movimento buscam o confronto. Nós buscamos um entendimento para que as leis possam ser implementadas. A partir desta audiência nós vamos montar estratégias juntamente com as entidades para buscar esse diálogo e soluções em prol da saúde dos nossos alunos”, afirmou o deputado Chico Brasileiro (PSD), propositor da audiência.
A nutricionista Maria Emília Daudt von der Heyde, presidente do Conselho Regional de Nutrição do Paraná (CRN-8), afirmou que a Lei 16.523/2010 é essencial para a saúde da população escolar do estado. “Ter um nutricionista na escola significa segurança alimentar e nutricional. Acredito que um passo importante seria a instauração de uma nova Frente Parlamentar da Segurança Alimentar para ampliar o diálogo. Esse é um dos nossos anseios”, ressaltou Maria Emília.
Também participaram da audiência os deputados Schiavinato (PP), Professor Lemos (PT) e Evandro Araújo (PSC), e representantes do Fórum Estadual de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, do Conselho Federal de Nutrição, da Secretaria de Estado da Educação, do Ministério Público, do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, do Conselho Estadual de Alimentação Escolar e da Associação dos Nutricionistas do Oeste do Paraná.