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Leite adulterado comercializado no Paraná estava podre

Entrevista da Dra. Eneida Maria Fleischer, conselheira do CRN8 sobre o leite encontrado pelo Ministério público do Rio Grande do Sul com sinais de apodrecimento

O Ministério Público do Rio Grande do Sul constatou que amostras de leite que seria enviado ao Paraná, apresentaram adição de água e sinais de apodrecimento. As amostras apresentaram traços de água e acidez elevada, o que indica o apodrecimento. Ao ingerir leite com essa característica, a pessoa pode ter sinais de intoxicação como náuseas, vômito e febre, como explica a nutricionista Eneida Maria Fleischer.

O MP do Rio Grande do Sul flagrou transportadores de leite trabalhando de forma irregular e sem higiene em um posto de combustíveis. Na semana passada, mais uma fase da operação Leite Compensado foi deflagrada. Segundo as investigações, 12 amostras de leite coletadas em um posto de resfriamento apresentaram traços de formol. De acordo com a nutricionista, a ingestão de grande quantidade de um produto com formol pode causar câncer.

Segundo o Ministério Público, quase 200 mil litros deste leite das marcas Líder e Parmalat foram enviados para o Paraná e vendidos. Os lotes do produto não foram divulgados, mas os consumidores podem observar as datas de fabricação: dias 13 e 14 de fevereiro, para o leite longa vida.

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